quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Sapé uma favela antes mais do que pobre e hoje em plena reurbanização!


Sou do tempo em que nossa querida ex-prefeita Luiza Erundina, assistente social antes de chegar ao poder e a qual ajudei a se reeleger e que sua política habitacional não era remover as favelas sem sequer pensar aonde alocar dignamente seus moradores. Estudei na Universidade de São e junto com meu ex- cunhado um dos fundadores do PT na Zona Leste a levar para a ocupação de Guaianazes um rádio na época pirata com o objetivo de denunciar agressões por parte da polícia do E prefeito Jânio Quadros e o que nossa expectativa se confirmou. A morte de Adão por um assassino a serviço da direita e a política repressiva de Jânio.

Faço campanha para o PT desde 1982 quando nas ruas da Zona Leste, mas precisamente a Cidade Patriarca, a palavra de ordem era: Trabalhador vota em trabalhador queremos Lula para governador. Na época infelizmente perdemos a eleição, mas não o ânimo e nossas ideias socialistas e finalmente com Luiza Erundina, ganhamos talvez a eleição que foi vital para o fortalecimento e com a prefeitura de São Paulo, o PT finalmente pode pensar em termos nacionais e ter caixa e arrecadação e principalmente visibilidade para se tornar o que é hoje.

Lembro que Paulo Maluf estava com mais de 80% de intenção dos votos segundo o Data Folha, mas tive a total sensação pela receptividade a qual o povo vinha buscar nossos Santinhos, a palavra de ordem era outra e caprichei em meu sotaque nordestino ou se já não é Luiza Erundina, mas sim Érundina e ao falar nordestino vota em nordestino pressenti que iriamos ganhar a eleição o que não deu outra.

Hoje ao ver o grande projeto de urbanização da favela do Sapé e o projeto para a educação de São Paulo, voltei novamente a sonhar e acreditar ser possível um governo com o apoio do povo e com a prioridade a periferia e a solução de sua carência social.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Greve dos professores e de todos os profissionais da educação em São Paulo.




 
 
 
A toda comunidade das escolas Profº Lourival Gomes Machado e da EMEF Brasil-Japão.
 
Infelizmente nós professores da rede estadual e municipal de São Paulo, estamos em greve.
Na rede estadual a greve foi votada e decidida em Assembléia no último dia 19 e amanhã, nesta sexta feira teremos uma nova Assembléia às 14h00min na Avenida Paulista em frente ao vão do MASP para decidir o rumo do movimento. Eu particularmente sou a favor da continuidade da greve na rede estadual por estar no limite da paciência e resistência e se tudo der certo irei pedir um afastamento não remunerado por dois anos devido à total falta de perspectiva para minha carreira como professor de História na rede estadual.
Leciono a matéria de História na rede estadual desde o meu segundo ano de faculdade na USP e naqueles tempos de ACT só podia sobreviver com o salário porque morava na moradia estudantil da universidade e tinha bolsa de alimentação, mas faltava às vezes até o dinheiro da condução. Tempos heróicos aqueles.
Hoje passado mais de 30 anos, eu como profissional da educação e professor de História na rede estadual e de informática na PMSP, não posso mais me sujeitar a um salário de fome no Estado e se não fosse a PMSP não poderia sequer estar pagando sequer minhas contas.
Essas são minhas razões pessoais por estar aderindo e lutando pela continuidade da greve, mas o que é mais importante é a nossa luta como um todo e a crença e a esperança que melhores dias virão para a educação pública em São Paulo, mas a fé sozinha não é transformadora se também não aliar-se a ação e ao fortalecimento da luta coletiva, através da participação e apoio as nossas únicas entidades que ainda nos representam e lutam pela melhoria das nossas condições de trabalho e ampliação de salários e direitos, ou seja, a APEOESP pela rede estadual e o SINPEEM na esfera municipal.
Peço a compreensão de todos por esse momento difícil que é a greve, mas que tenham a certeza que se tivermos também o apoio e a colaboração de toda a comunidade, nosso movimento por uma escola pública de excelência e qualidade, será vitorioso.
Todos juntos nesta luta por uma educação pública de qualidade e valorização de todos os profissionais da educação!
E a luta continua!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Todo dia era dia de índio!

Como sabemos, a própria palavra Sapé tem origem no Tupi-Guarani, lingua esta falada por nossos irmãos indígenas, por isso mais do que comemorar, hoje iremos repensar a importância deste povo para a formação de nossa cultura e o quanto somos indígenas e ás vezes nem sequer pensamos sobre isto. Antes da chegada dos portugeses, " Todo dia era dia de índio", e como diz a música de Jorge Benjor, e agora eles só tem o dia 19 de Abril.


sapê (Imperata brasiliensis), também conhecido como sapé, capim-sapé1 e juçapé2 , é uma gramínea, cujos caules são secados e utilizados para se construir telhados de casas rústicas. A planta coloniza terrenos pobres, esgotados. É mal aceita pelo gado como alimento3 . As inflorescências são brancas e plumosas4 .

 Etimologia

"Sapê", "sapé" e "juçapé" derivam do termo tupi ssa'pé, "o que alumia"5 . É uma referência à sua fácil queima. "Capim" é originário do tupi caá pi'i, "folha delgada"6 .

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Comemoração a Semana da Consciência Negra - Novembro 2011




































Estivemos neste último sábado (19/11/2011) na praça ao lado da escola , realizando a terceira etapa do projeto grafitagem com a participação de professores e da comunidade. O evento foi um grande sucesso.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cortando o caminho ao CEU Butantã pelo "morrão"













Amostra Cultural no CEU Butantã













Nosso projeto dançar na escola se apresentou na nossa 1ª Amostra Cultural no CEU Butantã. As meninas estavão lindas e muito bem ensaiadas. Parabéns a todas!

Apresentação do Grupo de Danças- Amostra Cultural-CEU-Butantã













Além dos videos realizados e dos trabalhos apresentados o projeto do grupo de danças também se apresentou nesta nossa 1ª Amostra Cultural da EMEF Brasil-Japão no CEU Butantã.